FAMEP participa de encontro do UNICEF em Santarém para fortalecimento das políticas públicas voltadas à infância e adolescência

Santarém recebeu, no dia 28 de agosto, o 1º Ciclo de Formações presenciais do Selo UNICEF 2025-2028, reunindo representantes de 20 municípios do oeste do Pará. A iniciativa tem como objetivo fortalecer estratégias de garantia dos direitos de crianças e adolescentes, com foco nas áreas de saúde, educação, assistência social, proteção contra violências e resiliência climática.

O evento contou com a presença do presidente da Federação das Associações de Municípios do Estado do Pará (FAMEP), Nélio Aguiar, que destacou a importância da participação ativa dos municípios no processo de construção de políticas públicas eficazes.

“O Selo UNICEF é uma oportunidade para que os municípios se fortaleçam, compartilhem experiências e aprimorem as ações que impactam diretamente a vida de nossas crianças e adolescentes. A FAMEP é parceira nessa caminhada e estará sempre à disposição para apoiar as gestões municipais nesse compromisso coletivo”, afirmou Nélio Aguiar.

As formações realizadas em Santarém são parte de uma agenda que já passou por Belém e Parauapebas, com apoio do Instituto Peabiru. Os encontros reúnem equipes técnicas municipais, gestores de saúde, educação e assistência social, além de representantes dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

No Pará, 100% dos municípios aderiram ao Selo UNICEF 2025-2028, um marco que reforça o compromisso do estado com a proteção da infância e adolescência. Na edição anterior (2021-2024), 124 municípios participaram e 28 foram certificados, com avanços expressivos em áreas como primeira infância, inclusão produtiva de jovens, vacinação e enfrentamento às violências.

A FAMEP, como parceira estratégica do UNICEF, reafirma sua atuação ao lado das associações regionais de municípios, do Governo do Estado e de instituições como o Ministério Público e o Tribunal de Contas dos Municípios, no esforço coletivo para garantir equidade e direitos a todas as crianças e adolescentes paraenses, com atenção especial às populações indígenas, quilombolas e em maior situação de vulnerabilidade.

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